A tempestade das últimas semanas fez-me refletir muito sobre minhas escolhas, olhar pro que me falta (e infelizmente só pra isso). A tristeza e o desespero me fizeram questionar muito o caminho que tracei pra mim.
Será que priorizei as coisas erradas? Investi demais na carreira e na formação e deixei a vida pessoal de lado? Será que me sinto insatisfeita porque pensei que ser admirada e bem-sucedida me fariam feliz enquanto na verdade, só encontraria alegria em um relacionamento estável e na vida a dois?
Acho que este é o único lado bom do período de crise: nos fazer refletir profundamente sobre nossas escolhas.
Sempre acreditei que precisava de uma carreira sólida pra ser livre e poder fazer minhas próprias escolhas e que a independência era uma condição indispensável para que eu pudesse ter relacionamentos saudáveis.
Mas a perda de um grande amor, no qual investi os últimos 3 anos e acreditei com todas as minhas forças que daria certo frustaram essas convicções.
Agora mais tranquila, vejo que os dois lados são importantes. Que provavelmente também me sentiria frustrada se tivesse um ótimo namorado e não tivesse alcançado meus sonhos profissionais.
Eu sou uma mulher de fé e decidi que a partir de agora vou olhar pra tudo que tenho de bom, vou continuar lutando e acreditando nos meus sonhos. Tenho uma família maravilhosa, estou perto de ser doutora e tenho um emprego que adoro em uma universidade respeitada com apenas 29 anos. Essas três coisas, há algum tempo, pareciam um sonho muito distante, quase impossível, no qual nunca deixei de acreditar. Venci uma depressão, terminei a faculdade, fiz Mestrado, ingressei no doutorado, passei num concurso disputado, construí uma relação harmônica e feliz com minha família.
Eu tenho muito e continuo acreditando em milagres... Talvez mudar de frequência, volte a atrair coisas positivas pra minha vida :) Eu mereço ser feliz, mereço ter tudo e vou ter.
"Tudo aquilo que hoje é uma realidade, antes era apenas um sonho impossível." Lewis Carrol
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Meu mundo caiu - parte 2! Reabrindo as feridas.
O stress dos últimos dias antes de entregar a tese e o trabalho intenso me deixaram com a sensibilidade exacerbada. Tudo era um drama...
Fui pra Campinas, passei o final de semana do meu aniversário lá pra imprimir e entregar a tese pronta para a qualificação na segunda-feira. Tive a ótima notícia que a faculdade iria pagar minha incrição num congresso na Espanha que não era nada barata, 750 reais.
Tive um final de semana legal, passei meu aniversário fazendo compras e fui ao cinema com uma ótima amiga, que dormiu em casa, comemos pizza, vimos filme e conversamos. No domingo terminei a tese. Estava me sentindo forte e feliz. Até que tive a péssima idéia de falar com my lover, achei que eu podia sem me abalar... Mas aí percebi o quanto estava fragilizada. A conversa acabou comigo, me deixou muito abalada. Eu queria conversar sobre a vida, sobre coisas não muito pessoais, mas ele quis falar do passado, colocou o dedo na ferida e eu tive que encerrar a conversa.
Depois relendo-a, percebi que não teve nada demais. Eu que ainda não estava pronta pra falar com ele. Acho que a confirmação de que ele está namorando foi o fim das minhas esperanças. E encarar a realidade é muito difícil...
Com minhas últimas forças, entreguei a tese na segunda. Estava gripada, cansada, arrasada emocionalmente... mas fui trabalhar no dia seguinte, já querendo voltar pra casa dos meus pais, meu ninho, onde encontro abrigo e cura.
Nesta semana tentei me manter ocupada o máximo possível ou acompanhada pra não pensar, um minuto sozinha sem fazer nada era o suficiente pra pensar nas coisas ruins e elas me dominarem.
Pra complicar ainda mais, meu notebook queimou mais uma vez, parece ser o mesmo problema que já teve antes.
Na tentativa de espairecer fui na festa em Jaboticabal com amigas e alunas. E até que consegui me divertir... Foi muito engraçada, tinha stripers que eram alunos da faculdade. Não eram meus alunos, mas fiquei um pouco preocupada em estar lá e com eles, que tiraram a roupa pra pessoas que eles conheciam...
Na cidade dos meus pais procurei descansar, fazer só o que eu queria... passei um dia em Bauru conversando com uma velha amiga. Mas também fui no médico e ele arrancou as cascas do meu dedo operado pra acelerar a cicatrização e disse que minah unha não vai nascer mais do mesmo tamanho. Estava tão sensível que este foi um motivo pra eu chorar... embora agora pareça insignificante.
Estou me curando devagar... Parece que Deus fecha uma porta, mas abre muitas outras, tenho milhares de convites pra sair, ao menos uns cinco são de homens que não querem apenas ser meus amigos.
O que complica as coisas é que sonho muito com ele e nos sonhos estamos sempre bem e felizes. Quando sonho com ele, tenho um péssimo dia.
Tenho que ir, vou dar prova pros meus alunos agora... depois continuo escrevendo...
Fui pra Campinas, passei o final de semana do meu aniversário lá pra imprimir e entregar a tese pronta para a qualificação na segunda-feira. Tive a ótima notícia que a faculdade iria pagar minha incrição num congresso na Espanha que não era nada barata, 750 reais.
Tive um final de semana legal, passei meu aniversário fazendo compras e fui ao cinema com uma ótima amiga, que dormiu em casa, comemos pizza, vimos filme e conversamos. No domingo terminei a tese. Estava me sentindo forte e feliz. Até que tive a péssima idéia de falar com my lover, achei que eu podia sem me abalar... Mas aí percebi o quanto estava fragilizada. A conversa acabou comigo, me deixou muito abalada. Eu queria conversar sobre a vida, sobre coisas não muito pessoais, mas ele quis falar do passado, colocou o dedo na ferida e eu tive que encerrar a conversa.
Depois relendo-a, percebi que não teve nada demais. Eu que ainda não estava pronta pra falar com ele. Acho que a confirmação de que ele está namorando foi o fim das minhas esperanças. E encarar a realidade é muito difícil...
Com minhas últimas forças, entreguei a tese na segunda. Estava gripada, cansada, arrasada emocionalmente... mas fui trabalhar no dia seguinte, já querendo voltar pra casa dos meus pais, meu ninho, onde encontro abrigo e cura.
Nesta semana tentei me manter ocupada o máximo possível ou acompanhada pra não pensar, um minuto sozinha sem fazer nada era o suficiente pra pensar nas coisas ruins e elas me dominarem.
Pra complicar ainda mais, meu notebook queimou mais uma vez, parece ser o mesmo problema que já teve antes.
Na tentativa de espairecer fui na festa em Jaboticabal com amigas e alunas. E até que consegui me divertir... Foi muito engraçada, tinha stripers que eram alunos da faculdade. Não eram meus alunos, mas fiquei um pouco preocupada em estar lá e com eles, que tiraram a roupa pra pessoas que eles conheciam...
Na cidade dos meus pais procurei descansar, fazer só o que eu queria... passei um dia em Bauru conversando com uma velha amiga. Mas também fui no médico e ele arrancou as cascas do meu dedo operado pra acelerar a cicatrização e disse que minah unha não vai nascer mais do mesmo tamanho. Estava tão sensível que este foi um motivo pra eu chorar... embora agora pareça insignificante.
Estou me curando devagar... Parece que Deus fecha uma porta, mas abre muitas outras, tenho milhares de convites pra sair, ao menos uns cinco são de homens que não querem apenas ser meus amigos.
O que complica as coisas é que sonho muito com ele e nos sonhos estamos sempre bem e felizes. Quando sonho com ele, tenho um péssimo dia.
Tenho que ir, vou dar prova pros meus alunos agora... depois continuo escrevendo...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Altos e baixos
A insatisfação constante e em relação a tudo que relatei da última vez, passou num passe de mágica, devia ser TPM. Na semana seguinte já estava ótima e resolvi muita coisa.
Fui pra Campinas (de carona com o chefe), desenrolei as coisas com o orientador: em uma reunião rápida definimos a banca e agendamos a qualificação. Ainda deu tempo de me divertir e rir muito com minhas amigas de lá, assistir a defesa de uma colega e ficar com um baby muito fofo.
Voltei pra cidade dos meus pais feliz, embora só tenha trabalhado nos dois dias que passei por lá, corrigindo trabalhos de alunas pra enviar pro ENPEC e o meu pra Espanha. Apesar da correria, deu tempo e ainda curti um pouco minha família e principalmente minha irmã que estava de férias e já voltou pros EUA.
Acho que o que me animou também, embora eu tenha me esforçado sinceramente pra não ficar feliz, foram dois emails do my lover, dpois de mais de um mês sem trocarmos uma palavra: no primeiro ele convidava (eu e outros amigos) para uma apresentação em que ele ía tocar cello e no segundo, ele respondeu um email que encaminhei. Não entendi porque me convidou, se está namorando. Seria ele tão cruel ao ponto de querer que eu o visse com a namorada? Mas resolvi pensar que ele deve estar sentindo minha falta.
O fato do meu artigo ter sido aceito no Congresso na Espanha e eu estar sonhando com a possibilidade de ir pra Barcelona também me alegraram.
Agora segue a correria pra terminar as coisas pra qualificação e conciliar com o trabalho que tem exigido bastante de mim. O tempo tem voado...
Este final de semana fui novamente pra casa dos meus pais e foi legal, apesar de também ter trabalhado, fizemos a festinha de despedida da minha irmã e do meu aniversário antecipado.
Na sexta ainda fui ao médico fazer uma cirurgia numa unha inflamada, foi tranquilo e não doeu nada. Mas no dia seguinte chorei muito ao tirar o curativo e ver como ficou: muito feio, um buraco, quase metade da unha foi retirada, fiquei impressionada. A isso juntou-se o fato de ser o dia da apresentação de my lover e eu não estar lá. Tinha combinado de sair com meu ficante de Arealva/São Paulo, mas foi bom que ele não pode vir, pois eu estava muito desanimada.
Agora estou bem melhor, entre altos e baixos, me interessando mais por novos amigos, valorizando outras pessoas, gostando de conversar e passar tempo com elas. Acho que aos poucos, o vício em my lover está se dissipando, embora estes emails dele não me façam bem, pois algumas pequenas esperanças ressurgem e elas causam sofrimento.
sábado, 9 de maio de 2009
Solidão da tese
Estou terminando de escrever a tese... além do cansaço, isso causa uma solidão danada: ninguém me entende, ninguém pode fazer por mim e eu tenho que passar muitas horas trabalhando sozinha.
Tenho convites de amigas pra sair, minha irmã que mora nos EUA está de férias no Brasil, mas eu não posso porque tenho que me concentrar na bendita.
Como se já não fosse bastante difícil esquecer um amor, essa é mais uma coisa que eu tenho que fazer sozinha e num momento ruim.
As coisas não tem dado muito certo esse ano. Esperava uma promoção no emprego que vai ficar pro ano que vem. Tenho estado desanimada, mas bastante concentrada no trabalho, apesar de não me sentir feliz na maior parte do tempo. Nem as bolsas da Kipling que comprei que achei que íam me ajudar a me sentir melhor não ajudaram muito.
Dias melhores virão... espero que logo.
Tenho convites de amigas pra sair, minha irmã que mora nos EUA está de férias no Brasil, mas eu não posso porque tenho que me concentrar na bendita.
Como se já não fosse bastante difícil esquecer um amor, essa é mais uma coisa que eu tenho que fazer sozinha e num momento ruim.
As coisas não tem dado muito certo esse ano. Esperava uma promoção no emprego que vai ficar pro ano que vem. Tenho estado desanimada, mas bastante concentrada no trabalho, apesar de não me sentir feliz na maior parte do tempo. Nem as bolsas da Kipling que comprei que achei que íam me ajudar a me sentir melhor não ajudaram muito.
Dias melhores virão... espero que logo.
domingo, 19 de abril de 2009
Amor em minúsculas - orquestra no Ibirapuera.
Resolvi passar o feriado em Campinas, pois tive reunião com meu orientador ontem. Estava bem na sexta, trabalhei bastante. Saí da reunião de sábado animada pra continuar o trabalho, mas fiquei muito triste e com raiva a hora que percebi que o arquivo de uma das tabelas que eu tinha passado a manhã de sexta toda fazendo tinha se corrompido e teria que fazê-la de novo.
Eu tinha dito ao Edu, meu melhor amigo, que ía pra São Paulo no feriado na casa dele, mas com a decepção em relação ao trabalho resolvi ir no sábado mesmo. Ainda mais porque domingo de manhã teria a apresentação de uma orquestra alemã, ao ar livre, no Ibirapuera e eu estava a fim de ir.
Ir pra São Paulo me fez um bem danado, voltei felicíssima de lá hoje. Pensando que não devia ser o my lover que eu amava, era São Paulo :)
Confesso que ao chegar fiquei um pouco assustada, já era a noite e eu errei o caminho após descer do ônibus e andei bastante em ruas desertas e um pouco escuras próximas a Berrini. Mas apesar do medo, foi legal observar a região, ver pela primeira vez a Ponte Espraiada, o novo cartão postal de São Paulo.
Estar como Edu é sempre muito legal, conversamos bastante, assistimos filme, comemos pizza e jogamos vídeo-game. Foi ótimo. Fomos dormir super tarde e achei que não ía conseguir levantar pra ir ao Ibirapuera hoje de manhã, mas consegui :)
Fui sozinha porque o Edu já me previniu que não conseguiria acordar. Estava um dia lindo, não havia uma única nuvem no céu e a zona sul estava radiante sob aquela luminosidade. O Ibirapuera lotado, num clima de alegria de domingo, cheio de famílias, crianças com bicicletas e patins, pessoas se exercitando e passeando com seu belos cães. Muitas cores, vibrantes.
A apresentação da orquestra foi deliciosa. As pessoas sentadas ou deitadas na grama, assistindo enquanto olhavam o jornal ou tiravam fotos.
Voltei de lá sentindo uma satisfação profunda e já pensando animada novamente no último capítulo de minha tese que tenho que terminar de escrever para qualificar.
Adorei também o filme que assistimos: Vicky, Cristina, Barcelona. Um filme leve e bonito que fala sobre a insatisfação constante das pessoas. Como já dizia Freud: "O ser humano é insatisfeito por natureza". Eu e o Edu conversamos um pouco sobre isso. Quando temos um relacionamento, invejamos a liberdade das pessoas solteiras, quando estamos singles ficamos carentes e sentimos falta de ter alguém pra ligar, pra dormir juntinho sempre... Na vida, temos que fazer escolhas o tempo todo e nos ressentimos por ter que abrir mão das outras opções.
Tenho pensado muito sobre isso: tenho tanto na vida e vivo insatisfeita pelo pouco que me falta. Cheguei a conclusão de que preciso encontrar a satisfação nas pequenas felicidades, nos pequenos prazeres. Como a alegria da manhã ensolarada de hoje no Ibirapuera (que me fez sentir uma cosmopolita!). Amor em minúsculas.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A tragédia
Estou triste o tempo todo, ansiosa as vezes, perdi o apetite... como um pouquinho pra não ficar doente, mas não por minha vontade.
Eu pressentia que alguma coisa ruim estava pra acontecer e aconteceu: my lover está namorando.
Os amigos tentam me dizer que não é o fim, ele não casou, nem morreu. Mas essa notícia me abateu de um jeito que está difícil reagir. Tem horas que fico melhor, mas em outras...
Acho que essa era notícia que eu mais temia. O "solteiro"do orkut dele era o que ainda me dava esperanças, apesar de estarmos afastados há meses.
Ele dizia que gostava de mim, mas não queria compromisso. Agora entendo que ele não queria compromisso comigo.
Mas acho que só um golpe assim pra me fazer desistir de um relacionamento que nunca existiu de fato ou ao menos capengava a meses.
Como se diz: Deus escreve certo por linhas tortas.
Eu pressentia que alguma coisa ruim estava pra acontecer e aconteceu: my lover está namorando.
Os amigos tentam me dizer que não é o fim, ele não casou, nem morreu. Mas essa notícia me abateu de um jeito que está difícil reagir. Tem horas que fico melhor, mas em outras...
Acho que essa era notícia que eu mais temia. O "solteiro"do orkut dele era o que ainda me dava esperanças, apesar de estarmos afastados há meses.
Ele dizia que gostava de mim, mas não queria compromisso. Agora entendo que ele não queria compromisso comigo.
Mas acho que só um golpe assim pra me fazer desistir de um relacionamento que nunca existiu de fato ou ao menos capengava a meses.
Como se diz: Deus escreve certo por linhas tortas.
sábado, 14 de março de 2009
Motivação
Já faz dois meses que não escrevo... Andei vivendo intensamente, por isso me afastei do blog.
Nesses dois meses terminei mais um capítulo da tese e corrigi outros 3, escrevi dois artigos pra um congresso, viajei no carnaval e voltei a dar aulas (acabaram as férias). Quanto a vida amorosa, nada de muito concreto, mas muitas possibilidades...
Estou na reta final da tese e espero terminá-la em breve. Em fevereiro, terminei o quarto capítulo e mandei pro meu orientador corrigir. E fiz as correções no capítulo 3 e enviei pra ele pra segunda correção. Os capítulos 1 e 2 já estão prontos, já fiz todas as correções indicadas. Agora comecei a trabalhar no capítulo 5 que pretendo terminar até o final do mês para marcarmos o exame de qualificação do trabalho. Estamos pensando nos nomes da banca. O mais importante é continuo motivada e louca pra ver a tese pronta.
Tive esse ano o melhor carnaval da minha vida. Fui pra serra da canastra (Delfinópolis, MG) com a Ana Claudia e mais duas amigas, todas professoras universitárias. Fazíamos trilhas de dia, nadávamos nas cachoeiras e a noite íamos pro carnaval. A cidadezinha é bem acolhedora, estava cheia de turistas, em especial homens e não me faltaram pretendentes. Acabei ficando com um nativo pra ter motivos pra voltar sempre, já que a serra é linda e ainda conhecemos só uns 20% das cachoeiras e também porque ele é tudo de bom, uma gracinha. Foi uma viagem divertida e especial, voltei com gostinho de quero mais. Continuo falando com mineirinho de olhos tristes (que tem um sotaque delicioso) que me cativou, mas sei que há grandes distâncias entre nós.
Por falar em romances complicados, é só eu desistir que 'my lover' volta a falar comigo direto e eu volto a me envolver. Falou comigo semana passada toda num tom meio agressivo, querendo me convencer das nossas diferenças, não sei porque fazia tanta questão de marcar qto somos diferentes. Afinal, eu não perguntei nada. Mas ele me convenceu... um livro que estou lendo tbém ta deixando mais claro pra mim que amores muito complicados não valem a pena e que a razão tem que dominar as emoções. Estou me esforçando pra isso, pra tomar as rédeas do meu coração. O ficante de Arealva que mora em SP trabalha demais e tem mais algumas coisas que não me agradam, já é carta fora do baralho, embora nos falemos com frequência. O rolo de Jaboticabal virou um grude, estava me sufocando e tive que dar as contas. Os dois mais promissores agora são o André (que sempre me liga ou falamos no msn, mas nunca dá certo de nos encontrarmos) e um moço que conheci no casamento que fui ontem de um casal de amigos, mto simpático, gosta de dançar, viajar...e é de Campinas. Casamentos são ótimos ambientes pra se paquerar, geralmente tem alguns solteiros dando sopa. rs
E por fim, voltamos as aulas, tinha esquecido o qto gosto dos alunos, é bom voltar, apesar de ficar tudo mais corrido, ter que preparar aulas toda semana (embora seja praticamente o mesmo curso do ano passado e as mesmas disciplinas).
Não posso reclamar da vida... há perdas sim, há tristezas... mas não me falta motivação, oportunidades e força para superar as dificuldades. E principalmente fé e esperança de acreditar que tudo pode ser superado e ser melhor. Se algumas portas estão se fechando, muitas outras estão se abrindo e amo mais a vida a cada dia.
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